A investigação policial em torno da atuação de uma fisioterapeuta em Goiânia atingiu um novo patamar, com o registro de 12 vítimas que relatam graves sequelas após procedimentos estéticos. A profissional, identificada como Magda Oliveira da Silva, é alvo de inquéritos que apuram a prática de intervenções que resultaram em danos físicos severos e permanentes em seus pacientes.
Relatos de danos e procedimentos irregulares
As denúncias que compõem o processo descrevem quadros clínicos alarmantes após as sessões realizadas pela investigada. Entre as complicações relatadas pelas vítimas, destacam-se casos de necrose tecidual, mutilações e queimaduras de diferentes graus. A gravidade das lesões, segundo os depoimentos, estende-se a diversas partes do corpo, incluindo áreas sensíveis como a região genital.
Andamento das investigações sobre a fisioterapeuta
As autoridades policiais seguem coletando depoimentos e provas documentais para robustecer o inquérito. O objetivo central é determinar a extensão da responsabilidade da profissional e se houve imperícia ou negligência técnica durante a execução dos procedimentos. O caso, que ganhou repercussão na capital goiana, levanta um alerta sobre a importância da verificação de credenciais e especializações de profissionais da área da saúde antes da realização de qualquer intervenção estética.
Impacto na saúde pública e segurança do paciente
O aumento no número de vítimas reforça a necessidade de fiscalização rigorosa por parte dos órgãos competentes. Especialistas apontam que procedimentos estéticos invasivos exigem ambiente adequado, materiais certificados e capacitação técnica específica, requisitos que, segundo as investigações, podem ter sido negligenciados no caso em questão. Para mais informações sobre os direitos do consumidor e segurança em saúde, consulte o portal oficial do Ministério da Saúde.





