CPE Goianésia recaptura foragido por estupro de vulnerável

Homem foi localizado no Park das Palmeiras após informações repassadas ao serviço de inteligência da CPE; prisão foi cumprida na terça-feira (29).

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CPE-90 localizou foragido da Justiça durante diligências realizadas no Park das Palmeiras, em Goianésia | Imagem: Divulgação/PM

A equipe CPE-90 (subtenente Marcelo, cabo Passos, sargento Freitas e cabo Alisson) recapturou, nesta terça-feira (29), um homem que era considerado foragido da Justiça e tinha contra si um mandado de prisão relacionado ao crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro (CPB). A ação ocorreu em Goianésia, após informações indicarem que o procurado estaria na cidade.

Segundo a Polícia Militar, o homem foi localizado durante diligências realizadas no Parque das Palmeiras, região oeste de Goianésia. Após a confirmação da existência do mandado, ele foi informado sobre a ordem judicial e recebeu voz de prisão.

Parque das Palmeiras

De acordo com a CPE, o trabalho começou após o compartilhamento de informações com o serviço de inteligência da corporação, que apontou a possível presença do foragido em Goianésia.

Com os dados recebidos, a equipe CPE-90 realizou diligências até localizar o homem no Parque das Palmeiras. A abordagem resultou no cumprimento do mandado de prisão que estava em aberto.

Após ser cientificado sobre o mandado, o detido foi encaminhado à Unidade Prisional Regional (UPR) de Goianésia, onde permanece à disposição do Poder Judiciário para os procedimentos previstos no processo.

O artigo 217-A do Código Penal Brasileiro trata do crime de estupro de vulnerável. A legislação considera vulnerável, entre outras situações previstas no dispositivo, a pessoa menor de 14 anos ou aquela que, por enfermidade ou deficiência mental, não possui o necessário discernimento para a prática do ato ou não pode oferecer resistência.

A prisão cumprida pela CPE nesta ocorrência decorre de uma ordem judicial já existente. As informações sobre a acusação e o processo são atribuídas à Justiça e à ocorrência policial, não significando que o crime tenha ocorrido momentos antes da abordagem.

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