O cenário político de Mato Grosso do Sul passou por uma configuração inédita quando a chefia do Poder Executivo estadual foi repassada interinamente. A mudança ocorreu devido ao afastamento temporário do governador e do vice-governador, que solicitaram licença para descanso após o período eleitoral de 2026.
Sucessão estadual e a posse temporária do judiciário
Com a vacância temporária dos principais cargos do Executivo, a linha sucessória constitucional foi acionada. Como o presidente da Assembleia Legislativa também comunicou a intenção de se ausentar para cumprir agendas externas, a responsabilidade recaiu sobre o terceiro na linha de sucessão. Dessa forma, o presidente do Tribunal de Justiça estadual, desembargador Dorival Renato Pavan, assumiu o comando do estado neste domingo (1º).
Motivos do afastamento do governador e do vice
O governador Eduardo Riedel e o vice-governador Barbosinha enviaram um ofício formal à Assembleia Legislativa comunicando o pedido de licença. Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, a dupla buscou o afastamento temporário para descansar por alguns dias após o encerramento do pleito eleitoral, com planos de viagem para fora do estado e do país.
Diretrizes da gestão interina e continuidade administrativa
Ao assumir o posto máximo do governo estadual até a próxima sexta-feira (6), o desembargador Dorival Renato Pavan garantiu que a prioridade absoluta será a manutenção da estabilidade administrativa. Em pronunciamento oficial, o magistrado descartou qualquer tipo de inovação na gestão, mudanças estruturais em políticas públicas ou alterações no orçamento planejado pelo titular.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br






