A médica geriatra Marina Moreira, atuante em Goiânia, superou o tratamento contra um tumor mamário e passou a mobilizar pacientes e a comunidade médica sobre o valor dos exames regulares. Após viver o processo terapêutico sob a perspectiva de paciente, ela reforça a relevância do acolhimento e da detecção precoce.
A experiência pessoal com a enfermidade motivou a profissional a intensificar debates sobre a realização periódica de exames e a desmistificação do cuidado oncológico, destacando a rotina preventiva como fator determinante para o sucesso clínico.
Superação do câncer de mama e a vivência clínica
Acostumada à rotina de prescrições e acompanhamento de idosos em seu consultório na capital goiana, a médica deparou-se com a necessidade de reorganizar a própria vida para enfrentar o tratamento. A transição da posição de profissional da saúde para a condição de paciente exigiu adaptações emocionais e físicas ao longo das etapas terapêuticas.
Durante as fases de intervenção, a geriatra apontou que permitir-se ser cuidada foi indispensável para enfrentar os dias mais difíceis. O suporte emocional e prático de familiares e amigos forneceu o amparo necessário para atravessar os procedimentos com serenidade.
Acolhimento familiar e suporte emocional no tratamento
O apoio no círculo pessoal exerceu papel fundamental na reabilitação de Marina Moreira. De acordo com a médica, a aceitação do cuidado oferecido por pessoas próximas transforma a forma como o paciente lida com os efeitos colaterais e com o estresse da rotina hospitalar.
A atitude colaborativa e a presença ativa de familiares criam um ambiente propício para a recuperação, aliviando o peso psicológico frequentemente associado às terapias contra neoplasias.
Importância da mamografia e do diagnóstico precoce
Como médica, ela ressalta que a realização anual da mamografia permanece como o recurso mais eficaz para identificar lesões em estágios iniciais, aumentando expressivamente as chances de cura e viabilizando abordagens menos invasivas. Informações técnicas sobre a enfermidade e diretrizes nacionais podem ser acompanhadas pelo Instituto Nacional de Câncer.
A mobilização promovida pela geriatra busca lembrar às mulheres que a prevenção contínua e a realização de consultas regulares salvam vidas e devem fazer parte da rotina médica permanente de toda a população feminina.




