Unidade de saúde do Governo de Goiás referência em cuidado prolongado e reabilitação no Estado conta com atendimento transdisciplinar que promove a integração da equipe e as famílias
O Centro Estadual de Atenção Prolongada e Casa de Apoio Condomínio Solidariedade (Ceap-Sol) consolida-se como referência em cuidado prolongado e reabilitação no estado. Em 2024, a unidade do Governo de Goiás gerida pelo Instituto Sócrates Guanaes (ISG) registrou 599 admissões e 583 altas hospitalares, reforçando seu compromisso com a recuperação e reintegração social dos pacientes.
O Ceap-Sol oferece um modelo de assistência integral e humanizado, abrangendo diversas especialidades, como fisioterapia, nutrição, odontologia e psicologia, promovendo o bem-estar físico, emocional e social dos pacientes.
Em 2024, foram realizados 11.539 atendimentos de fisioterapia e 91 atendimentos de fonoaudiologia em pacientes internados, todos contabilizados por sessões. “Nosso foco é a recuperação global, com um olhar diferenciado para cada paciente,” destaca a coordenadora de enfermagem da unidade, Sara Coelho Avelino.
A abordagem transdisciplinar adotada pela unidade promove a integração das equipes de enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, odontologia, farmácia e nutrição, permitindo um cuidado mais colaborativo e abrangente. Semanalmente, a equipe realiza reuniões para avaliar o progresso e as necessidades dos pacientes, garantindo um planejamento de alta seguro e adequado.
“Essa transição para o modelo transdisciplinar melhorou significativamente a experiência tanto dos profissionais quanto dos pacientes,” explica Bruna Paulino, coordenadora-geral assistencial do Ceap-Sol. Diferentemente do modelo multidisciplinar, em que cada profissional atua de forma independente, a transdisciplinaridade permite o planejamento conjunto das ações, proporcionando uma visão integrada do cuidado.
Integração
Outro diferencial do Ceap-Sol é a realização de rodas de conversa com os familiares dos pacientes, fortalecendo o vínculo e incentivando a participação ativa no processo de recuperação. “Entendemos que a família desempenha um papel fundamental na reabilitação, por isso inserimos os familiares nas discussões sobre o cuidado,” complementa Sara Avelino.
Cejane Pupulin (texto) e Ester Siva (foto)/ISG
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