Imagem: Polícia Militar
Uma operação da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) resultou na apreensão de mais de um quilo de drogas e na prisão de um suspeito por tráfico de entorpecentes nesta quarta-feira (6), em Goianésia.
A ação foi realizada pela equipe CPE 90, formada pelo ST Célio, SGT Soares, SGT Freitas e SD V. Fernando, após compartilhamento de informações com o serviço de inteligência da CPE 20, que apontava possível movimentação ligada ao comércio de drogas no município.
Durante as diligências, os militares localizaram uma grande quantidade de entorpecentes já separados para comercialização, além de materiais utilizados no preparo e distribuição da droga.
Segundo a corporação, durante a operação foram retirados de circulação aproximadamente 600 gramas de cloridrato de cocaína, aproximadamente 500 gramas de skunk, três balanças de precisão, e um aparelho celular. Além disto, uma pessoa foi conduzida para a Central de Flagrantes da 15ª Delegacia Regional de Policia (DRP), juntamente com todo material apreendido.
A quantidade de droga apreendida chamou atenção das equipes, principalmente por envolver substâncias de alto valor no mercado ilegal.
O cloridrato de cocaína é considerado uma forma mais refinada da droga, enquanto o skunk, conhecido popularmente como uma “supermaconha”, costuma ter concentração mais elevada de THC, princípio ativo responsável pelos efeitos psicoativos.
A presença de três balanças de precisão também reforça a suspeita de preparação e fracionamento para distribuição.
Nos últimos dias, operações realizadas pelas forças de segurança vêm ampliando o combate ao tráfico em Goianésia e região. O trabalho integrado entre inteligência policial e patrulhamento tático tem resultado em apreensões frequentes de drogas, dinheiro e materiais ligados à comercialização ilegal.
A polícia agora deve aprofundar as investigações para identificar se o suspeito preso atuava sozinho ou mantinha ligação com outros envolvidos.
É importante ressaltar que no Brasil, o tráfico de drogas é previsto na Lei nº 11.343/2006. Dependendo das circunstâncias, a pena pode variar de 5 a 15 anos de prisão, além de multa.
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