O Flamengo anunciou nesta segunda-feira o acordo com a Betano para substituir a Pixbet como nova patrocinadora master do clube. A marca, que já patrocinou o Fluminense e tem o naming right do Brasileirão, pagará cerca de R$ 250 milhões anuais, segundo apurou o Estadão. Trata-se do maior valor de patrocínio do futebol brasileiro.
“A Betano, uma das maiores e mais respeitadas empresas globais de apostas esportivas, é reconhecida por sua atuação inovadora no setor. Sua presença internacional reforça a estratégia de expansão global do Flamengo. Trata-se do maior contrato de parceria do futebol brasileiro, resultado da força da marca Flamengo e da relevância mundial da Betano”, anunciou o clube carioca.
O acordo com a casa de apostas contempla, além do futebol profissional (masculino e feminino), os esportes olímpicos, incluindo vôlei e basquete, e ações na FlamengoTV. O clube carioca reforçou a “presença internacional da Betano” como um dos motivos para o acerto, pensando em uma expansão global da marca.
Oficialmente, os valores não foram revelados, mas o clube já trabalhava com a meta de R$ 200 milhões pelo espaço central da camisa. A estreia da nova parceira deve ocorrer já nesta semana, em duelo com o Internacional pela Copa Libertadores, caso o contrato seja aprovado em reunião do Conselho Deliberativo, marcada para esta terça-feira.
Na última sexta-feira, o Flamengo anunciou que seis casas de apostas concorriam pelo patrocínio master. O Estadão apurou que três propostas eram mais atrativas à diretoria. Além da Betano, Sportingbet e Superbet surgiram como possibilidades para ocupar o espaço master na camisa do clube rubro-negro.
O novo acordo com a Betano supera em mais de R$ 100 milhões anuais os valores recebidos por Palmeiras e Corinthians, dois dos maiores contratos de patrocínio no futebol brasileiro. A tendência é que, a partir da oficialização do Flamengo, os próximos acordos com os clubes tenham o seu valor aumentado proporcionalmente.
Apesar de a Betano já patrocinar o Campeonato Brasileiro, não existe uma restrição, nas regras da CBF, que a marca seja impedida de ostentar seu nome em algum clube. O mesmo já ocorreu em outras oportunidades, como no período em que a Kia, empresa do setor automobilístico, tinha o naming right da Copa do Brasil e apoiava o Palmeiras.
O mesmo vale para a própria Betano, que tinha acordos com Atlético Mineiro e Fluminense ao mesmo tempo que tinha o naming right da Copa do Brasil e Brasileirão.
Por: Estadão Conteúdo
Família de Eliza Rayellem recebe áudio de homem afirmando estar com a jovem desaparecida em…
Senado retira votação sobre maioridade penal da pauta e aguarda análise da Câmara dos Deputados…
Ciclone extratropical no oceano Atlântico altera o tempo em Goiás e aumenta o risco de…
Trabalhadora revela em vídeo que recebe R$ 150 diários para descascar pequi em Goiânia. Veja…
Carga com 15 toneladas de produtos irregulares vindos da China é apreendida no Porto do…
Anápolis reforça alerta para vacinação contra a dengue em crianças e adolescentes devido à baixa…
This website uses cookies.