DEAM Goianéasia prende homem por descumprir medida protetiva

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Prisão em flagrante foi realizada pela DEAM, vinculada à 15ª DRP de Goianésia | Imagem: Divulgação/PC

A Polícia Civil de Goiás, através da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Goianésia, vinculada à 15ª Delegacia Regional de Polícia (15ª DRP), prendeu em flagrante um homem suspeito de descumprir medidas protetivas de urgência em favor de sua ex-companheira.

Segundo a Polícia Civil, a mulher procurou a delegacia e relatou que o ex-companheiro teria ido até a residência dela na noite de 14 de outubro, por volta das 22h30. Conforme o registro, o homem teria subido no muro do imóvel.

Ao perceber a presença dele, a mulher correu para dentro da casa, trancou-se em um quarto e acionou a Patrulha Maria da Penha. Ela informou aos policiais que tinha medidas protetivas de urgência em vigor contra o ex-companheiro. Ainda de acordo com o relato, o homem deixou o local.

Tentativas de contato

A vítima informou à Polícia Civil que o episódio não teria sido o primeiro. Segundo o relato, em 8 de outubro, o ex-companheiro também esteve nas proximidades da residência e enviou mensagens perguntando de quem era um carro estacionado em frente ao imóvel.

A mulher relatou ainda que, enquanto estava na delegacia para registrar a ocorrência, continuava recebendo ligações telefônicas e mensagens do ex-companheiro pelo WhatsApp.

Diante das informações, policiais civis realizaram diligências para localizar o suspeito. Ele foi encontrado no Bairro Santa Luzia, na região leste de Goianésia, onde recebeu voz de prisão em flagrante.

Conforme a corporação, o homem não ofereceu resistência à abordagem e acompanhou voluntariamente a equipe policial.

Suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais

Após a prisão, o homem foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exame de corpo de delito e em seguida foi apresentado à autoridade policial para os procedimentos legais cabíveis.

A legislação brasileira prevê pena de reclusão de dois a cinco anos para quem descumpre decisão judicial que concede medidas protetivas de urgência. A aplicação da pena depende do andamento do processo e da decisão da Justiça.

A Polícia Civil não informou outros detalhes sobre o caso.

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