Jaqueline Maria da Costa, de 40 anos, enfrenta uma batalha decisiva contra a leucemia mieloide aguda. Casada e mãe de dois filhos, a paciente depende de um medicamento de alto custo, o venetoclax, para dar continuidade ao seu tratamento e evitar a necessidade de novos ciclos de quimioterapia, que representam um desgaste severo ao seu organismo.
A família de Jaqueline estabeleceu o dia 6 como o prazo limite para a obtenção da medicação. A urgência é justificada pela necessidade de manter a estabilidade do quadro clínico e garantir a eficácia do protocolo médico estabelecido para o combate à doença. O tempo, neste estágio, é um fator determinante para a recuperação da paciente.
O acesso ao fármaco tem sido um desafio burocrático e logístico. A família solicitou o fornecimento do medicamento à Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), porém, o pedido foi negado sob a justificativa de ausência do item em estoque. A situação coloca os familiares em uma busca incessante por alternativas que permitam o início imediato da terapia medicamentosa.
O diagnóstico de leucemia mieloide aguda alterou drasticamente a rotina de Jaqueline e de seus entes queridos. A mobilização em torno da aquisição do remédio reflete a angústia de quem vê no tratamento a única via para a remissão da doença. Para mais informações sobre o caso e o acompanhamento da situação, a fonte original pode ser consultada no portal Mais Goiás.
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