Líderes de esquerda defenderam o impeachment do presidente da França, Emmanuel Macron, após a renúncia do primeiro-ministro Sébastien Lecornu.
O líder do partido França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, argumentou que a França entrou em um período político “sem precedentes” ao ter três governos no espaço de um ano e considerou que parte da culpa é “a incapacidade” do presidente do país, Emmanuel Macron, de controlar tal situação.
Os comentários foram feitos em um texto, publicado nesta segunda-feira. “Ele Macron é a fonte do caos! Porque convocou eleições legislativas antecipadas cujos resultados se recusou a aceitar. E desde então, a República, a democracia, foi distorcida!”, escreveu.
Mélenchon sugere que, para responder à esta situação, é necessário “voltar ao povo”. “Temos de questionar a legitimidade do presidente da República nas formas que a nossa democracia parlamentar permite. Repito: nas formas institucionais que temos. Quais são? Existe uma. Trata-se da destituição do Presidente da República, prevista na própria Constituição”, menciona.
Segundo ele, a destituição é desejável e, portanto, “deve ser possível”. O político afirma que a saída de Macron já foi solicitada por 104 deputados na Assembleia Nacional, número que representa “vasta maioria” absoluta dos representantes eleitos da Nova Frente Popular, a coligação de diversos partidos e movimentos da esquerda francesa.
Por: Estadão Conteúdo
Família de Eliza Rayellem recebe áudio de homem afirmando estar com a jovem desaparecida em…
Senado retira votação sobre maioridade penal da pauta e aguarda análise da Câmara dos Deputados…
Ciclone extratropical no oceano Atlântico altera o tempo em Goiás e aumenta o risco de…
Trabalhadora revela em vídeo que recebe R$ 150 diários para descascar pequi em Goiânia. Veja…
Carga com 15 toneladas de produtos irregulares vindos da China é apreendida no Porto do…
Anápolis reforça alerta para vacinação contra a dengue em crianças e adolescentes devido à baixa…
This website uses cookies.