O novo índice de reajuste estabelecido nesta segunda-feira, 23, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para planos médicos individuais e familiares reflete, em grande medida, o esforço contínuo de gestão adotado pelas empresas do setor, avalia a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).
De acordo com a entidade, nos últimos dois anos as operadoras intensificaram ações para controle de custos, negociação de preços, revisão de contratos, redução de desperdícios e combate às fraudes. “Essas iniciativas contribuíram para mitigar o desequilíbrio financeiro do setor, com impacto positivo sobre o índice agora definido.”
Ainda assim, segundo a entidade, é preciso revisar a metodologia de cálculo dos reajustes para que o índice não fique descolado das reais necessidades financeiras, especialmente de contratos antigos e carteiras com defasagens acumuladas.
“Persiste a necessidade de se equilibrar os reajustes com uma pressão de custos assistenciais que é crescente e oriunda de um fluxo contínuo de incorporação de tecnologias e terapias caríssimas e da própria judicialização”, afirma o diretor executivo da FenaSaúde, Bruno Sobral.
Por: Estadão Conteúdo
Frente fria avança pelo Centro-Sul com previsão de chuvas, quedas de temperatura e risco de…
23º BPM remove 13 motocicletas em Goianésia durante fiscalização de trânsito: A Polícia Militar intensificou…
Rio de Janeiro registra chuva intensa e ventos fortes neste sábado. Defesa Civil monitora alagamentos…
Bombeiros mantêm buscas em escombros após desabamento de prédio comercial na capital paulista.
Conheça a situação atual da estrutura do Jóquei Clube de Goiás e os desafios para…
Moradores de Goiânia têm prazo até dia 16 para quitar dívidas municipais com descontos de…
This website uses cookies.