O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (13) que o Círculo de Ministros de Finanças da COP30 vai apresentar cinco prioridades para ampliar o financiamento aos países em desenvolvimento. Ele participa de um encontro preparatório para a COP, o chamado “Pré-COP”, na capital federal.
As cinco prioridades são: aumentar o financiamento concessional e os fundos climáticos; reformar os bancos multilaterais de desenvolvimento; fortalecer as capacidades domésticas e as plataformas de país, ampliando a atratividade de capital sustentável; promover inovação financeira e mobilizar o setor privado; e aprimorar os marcos regulatórios do financiamento climático.
Junto ao relatório, o círculo também vem trabalhando em iniciativas estratégicas para a agenda da COP30, como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), a Coalizão Aberta para Integração dos Mercados de Carbono, e a Supertaxonomia para garantir a compatibilidade entre taxonomias nacionais para investimentos sustentáveis.
“Essas iniciativas traduzem, de forma prática, o que o Círculo tem defendido: cooperação, inovação e escala para transformar ambição em resultados concretos”, disse Haddad.
O relatório final será apresentado esta semana em Washington, nos Estados Unidos, durante os encontros anuais do Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional (FMI). Tanto o texto, como a Agenda de Ação da COP serão debatidos em São Paulo, no começo de novembro, e formalmente apresentados na COP, em Belém (PA).
Haddad reforçou que ainda serão apresentadas contribuições, do Ministério da Fazenda, à construção do “Mapa do Caminho de Baku a Belém para US$ 1,3 trilhão”. Esse documento indicará quais os caminhos para a garantia do financiamento de US$ 1,3 trilhão anuais, até 2035, aos países em desenvolvimento. Os valores são, por exemplo, para a implementação de ações de redução de emissão de gases de efeito estufa.
No ano passado, na COP em Baku (Azerbaijão), foi estabelecido que os países desenvolvidos devem “assumir a liderança” no fornecimento de, pelo menos, US$ 300 bilhões anuais até 2035, muito aquém do que é considerado necessário. O Brasil vai apresentar, junto com o Azerbaijão, um “mapa do caminho” para alcançar a meta de US$ 1,3 trilhão.
Por: Estadão Conteúdo
teto de loja de roupas desaba no Brás, em São Paulo, mobilizando dezenas de bombeiros…
Anápolis enfrenta chuvas e riscos de alagamentos enquanto obras estruturantes de macrodrenagem aguardam liberação de…
Lula sanciona lei que torna obrigatório o exame de avaliação da formação médica para estudantes…
Silêncio do Senado sobre regras e sanções para Flávio Bolsonaro no exterior gera impasses administrativos,…
Prefeitura inicia nova frente de obras viárias com previsão de conclusão dos serviços em 60…
Black Friday em Anápolis projeta alta de até 8% nas vendas, impulsionada por cautela dos…
This website uses cookies.