Vítima de endolaser em Goiânia relata drama após complicações graves

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A busca por procedimentos estéticos minimamente invasivos terminou em um trauma profundo para uma paciente em Goiânia. Após realizar uma sessão de endolaser, a mulher, de 36 anos, descreveu um cenário de dor e desespero ao notar que o tratamento resultou em queimaduras severas e bolhas em seu corpo. O caso ganhou repercussão após a prisão da fisioterapeuta responsável pelo procedimento, levantando um alerta sobre a segurança em clínicas de estética.

A paciente, que preferiu não ter sua identidade revelada, afirmou que inicialmente não compreendeu a gravidade da situação. “Eu estava cega”, relatou, destacando que a percepção sobre a extensão das lesões veio apenas quando o quadro evoluiu para feridas abertas e desconforto intenso. A situação forçou a busca imediata por atendimento médico especializado para tratar os danos causados pela intervenção mal-sucedida.

O impacto das complicações após o endolaser

O endolaser é uma técnica que utiliza fibra óptica para a aplicação de laser sob a pele, visando a redução de gordura e a retração tecidual. Quando realizado sem a devida qualificação técnica ou em condições inadequadas, o procedimento pode causar danos térmicos graves aos tecidos. No caso registrado na capital goiana, a paciente sofreu queimaduras que exigiram cuidados médicos prolongados e acompanhamento rigoroso.

A vítima descreveu que o choque emocional foi imediato ao perceber que o resultado estético esperado deu lugar a uma lesão física preocupante. O caso segue sob investigação das autoridades locais para apurar a responsabilidade da profissional envolvida e as condições de funcionamento do estabelecimento onde o procedimento foi realizado. Mais informações sobre os riscos desses tratamentos podem ser consultadas no portal da Anvisa.

Investigação sobre a atuação da profissional

A prisão da fisioterapeuta em Goiânia trouxe à tona discussões sobre a regulamentação e a fiscalização de profissionais que realizam procedimentos estéticos invasivos. A polícia busca entender se houve negligência, imperícia ou imprudência durante a execução da técnica de endolaser. A paciente, ainda em processo de recuperação, relata que o trauma psicológico acompanha as marcas físicas deixadas pelo incidente.

O episódio serve como um lembrete crítico para que consumidores verifiquem a habilitação dos profissionais e a infraestrutura das clínicas antes de se submeterem a qualquer intervenção estética. A segurança do paciente deve ser sempre a prioridade, e a busca por preços baixos ou facilidades não deve sobrepor a necessidade de um ambiente clínico seguro e certificado pelos órgãos competentes.

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