Um jovem de 26 anos foi preso na manhã desta sexta-feira (30), em Anápolis, sob a suspeita de estuprar a própria sobrinha adolescente. A ação foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) após denúncias apresentadas pelos familiares da vítima.
De acordo com informações obtidas junto ao Portal 6, o caso veio à tona depois que os parentes procuraram as autoridades policiais para relatar os abusos. O crime teria ocorrido após a adolescente aceitar o convite do suspeito e da companheira dele para passar a noite na residência do casal.
Abuso durante a madrugada e fuga do suspeito
Durante a madrugada, enquanto a companheira do investigado dormia, o homem aproveitou a oportunidade para cometer os abusos contra a adolescente. Após o episódio, a vítima relatou a situação para os familiares, que decidiram acionar imediatamente a Polícia Civil para registrar a ocorrência.
Assim que tomou conhecimento de que havia sido denunciado pela mãe da vítima, o suspeito fugiu do local onde residia e passou a se esconder em endereços de outros parentes na tentativa de escapar das autoridades.
Mensagens de teor sexual e novas investigações
Mesmo após a denúncia formal, o investigado continuou tentando contato com a adolescente. Segundo a delegada Aline Lopes, da DPCA, o homem enviou diversas mensagens de cunho sexual para a menina enquanto estava foragido.
Diante da nova investida, a mãe e a vítima retornaram à delegacia para apresentar as mensagens enviadas pelo suspeito. Com o monitoramento e o avanço das apurações, os policiais civis conseguiram localizar o esconderijo do jovem e efetuaram a prisão.
Outras acusações e encaminhamento à prisão
Além da acusação de estupro de vulnerável envolvendo a sobrinha, o jovem também é investigado por suspeita de cometer crimes de maus-tratos e lesão corporal contra a própria enteada, uma criança pequena. Os novos fatos também estão sob apuração da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.
Após a captura realizada na manhã desta sexta-feira (30), o preso foi encaminhado para uma unidade prisional do estado, onde permanece recolhido e à disposição do Poder Judiciário para os procedimentos legais cabíveis.







