Ampliação do Trevo da Havan em Anápolis terá quatro faixas para otimizar tráfego

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A infraestrutura viária de Anápolis passa por uma transformação estratégica com a ampliação do acesso ao Trevo da Havan. A obra, que visa otimizar o fluxo de veículos na região, teve seu projeto original revisado pela administração municipal, resultando na duplicação da capacidade de faixas para motoristas que chegam de Goiânia pela BR-153.

Mudança no projeto para eliminar o funil invertido

A intervenção inicial previa a criação de apenas uma faixa adicional, elevando o total de duas para três. Contudo, após uma vistoria técnica realizada no local, o prefeito Márcio Corrêa determinou a expansão do projeto para quatro faixas. A medida visa solucionar o gargalo conhecido pela gestão como “funil invertido”, onde a disparidade de capacidade entre a alça de acesso e a rotatória causava congestionamentos constantes.

Além da quantidade de faixas, a largura da via em intervenção foi ampliada de 3,5 para 6,5 metros. O objetivo central é equiparar a vazão da alça de acesso à estrutura já consolidada na rotatória, permitindo que um volume maior de veículos transite simultaneamente sem a formação de filas prolongadas.

Impacto da obra e logística de execução

A reforma abrange um trecho de aproximadamente 750 metros, atendendo pontos de alta demanda como a Rua Francisco Valois, no Setor Industrial Aeroporto, além de facilitar o acesso à BR-153, sentido Pirenópolis, e à Avenida JK. A obra integra um pacote de melhorias que engloba também sistemas de drenagem e a readequação da sinalização viária local.

A execução dos serviços segue as diretrizes da Prefeitura de Anápolis, que tem monitorado o andamento dos trabalhos frente aos desafios logísticos. A ampliação do escopo, somada às condições climáticas típicas do mês de outubro, impôs a necessidade de um novo cronograma para a entrega da estrutura.

Desafios climáticos e cronograma de entrega

O período chuvoso tem sido um fator determinante para o ritmo da obra. Como o projeto exige movimentação de terra, a equipe técnica é obrigada a paralisar as atividades sempre que o solo apresenta excesso de umidade. Segundo a administração, o tempo de secagem necessário para retomar a terraplanagem pode levar até um dia e meio.

Devido à complexidade das alterações no projeto e à imprevisibilidade das chuvas, a Prefeitura ainda não definiu uma nova data para a conclusão das obras. A administração reforça que o foco é garantir a qualidade e a segurança da nova configuração viária, que promete trazer mais fluidez ao trânsito da região.

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