Daia atrai 13 novas empresas e projeta criação de 700 empregos em Anápolis

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O Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) vive uma fase de expansão significativa, consolidando-se como um dos principais polos de desenvolvimento econômico de Goiás. Com a instalação confirmada de 13 novas empresas na área conhecida como DaiaPlam, o município projeta a criação de pelo menos 700 novos postos de trabalho diretos, impulsionando o mercado local e atraindo investimentos vultosos para a região.

Os empreendimentos em fase de implementação representam um aporte superior a R$ 100 milhões. Segundo informações da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), o processo de ocupação segue um cronograma estruturado, com três empresas já assentadas e outras dez em estágio avançado de instalação, prontas para iniciar suas operações produtivas.

Expansão e atratividade do DaiaPlam

A área de expansão, denominada Plataforma Logística Multimodal (DaiaPlam), compreende aproximadamente 1,7 milhão de metros quadrados. Sua localização estratégica, com acesso facilitado a rodovias, ferrovias e ao Porto Seco de Anápolis, tem sido o diferencial para atrair investidores que buscam otimizar a logística de distribuição de cargas.

A força do polo industrial é evidenciada pelo interesse contínuo de novos players. Além das 13 empresas em instalação, outras 35 organizações já formalizaram cadastro demonstrando interesse em ocupar os terrenos disponíveis. Deste montante, 17 empresas encontram-se atualmente em negociações avançadas para viabilizar o assentamento definitivo no complexo.

Investimentos e impacto no mercado de trabalho

Entre os projetos que movimentam a economia local, destaca-se o Grupo Rivas Prime. A empresa planeja um investimento de cerca de R$ 50 milhões, com a expectativa de gerar 140 empregos logo na primeira etapa de implantação, reforçando o impacto positivo que a expansão do Daia exerce sobre a empregabilidade na região de Anápolis.

Para manter o ritmo de crescimento, a Codego mantém um edital de chamamento público em fluxo contínuo. Esse modelo permite que empresas interessadas em instalar, ampliar ou transferir suas operações apresentem propostas a qualquer momento, desde que atendam aos critérios técnicos e regulamentares estabelecidos pela estatal para a ocupação das áreas.

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